Ligue-se a nós

Notícias

Dia da Esposa do Pastor foi revogado por intolerância religiosa, diz vereadora

Publicado

no

Compartilhe esta publicação
Ad 21
Me siga no Instagram. Clique na imagem.
j8aU1botelho (Copy)

JVA Online

O projeto da vereadora Andréia Botelho (PSL) aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal em março criando o Dia Municipal da Esposa do Pastor foi revogado ontem (12) por 11 votos. O projeto previa que a data seria comemorada no dia 3 de março. Apenas a autora do projeto e os vereadores Serjão do Casib (PT) e Euziméria Duarte (PC do B) foram contrários à revogação. Os vereadores Adriano Martins (DEM) e Enéias Reis (PTdoB) justificaram a ausência. 

Ad 22
Fique por dentro da AD Timóteo. Clique na imagem acima e entre no grupo.
 
O projeto do Dia Municipal da Esposa do Pastor provocou muita polêmica na mídia nacional e nas redes sociais, o que acabou levando muitos dos vereadores a rever seus votos. Na reunião realizada ontem na Câmara Municipal, o pastor Hélio Miranda, da Igreja do Evangelho Quadrangular do bairro Surinan, defendeu da tribuna popular a revogação do projeto. Vereador entre 1997 e 2004, ele afirmou que a criação da data foi muito criticada até por evangélicos. Por sua vez, a vereadora Andréia Botelho contestou a posição do ex-vereador ressaltando que o Dia Municipal da Esposa do Pastor é apenas uma homenagem e que data não seria feriado local nem demandaria nenhum gasto público. Ela justificou que a data seria adotada no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. “Nossa intenção é reconhecer o trabalho e a dedicação daquela que defende e apoia a vida com Deus ao lado do seu esposo. A data seria comemorada apenas dentro das igrejas”.
 
Andréia Botelho disse também que a revogação do Dia Municipal da Esposa do Pastor trará ainda mais desgaste para o legislativo fabricianense. “Existe o Dia do Ovo, o Dia do Milho e várias outras homenagens. O Dia da Esposa do Pastor é apenas uma honraria a muitas mulheres valorosas. O projeto foi atacado com intenções maldosas por pessoas desinformadas. A revogação do projeto nada mais é do que intolerância religiosa. Estamos vivendo tempos muito difíceis”, rebateu a vereadora.
Fonte: JVA Online

Continuar Lendo