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O caso envolvendo o pastor Anderson Silva ganhou novo desdobramento após denúncias de um suposto desvio de R$ 500 mil em projetos sociais em 2025. Uma moradora do Distrito Federal acionou a Justiça acusando o líder religioso e o instituto que ele dirige de utilizarem a imagem de seu filho autista para arrecadar grandes quantias nas redes sociais sem repassar os recursos à família.
Segundo a autora da ação, o pastor visitou sua casa em Sobradinho, gravou vídeos do adolescente e prometeu arrecadar dinheiro para reformar a residência, além de oferecer aluguel, alimentos e plano de saúde. Embora a campanha tenha alcançado grande repercussão — com quase 800 mil visualizações —, ela afirma que os valores prometidos nunca foram entregues.
A família chegou a morar por mais de um ano em uma casa alugada pelo projeto, mas o pagamento do aluguel e das contas teria sido interrompido, obrigando a saída do imóvel. A reforma da casa original também não teria sido realizada. Posteriormente, a mulher afirma ter descoberto que a campanha teria arrecadado mais de R$ 2 milhões.
Diante da situação, os advogados da família ingressaram com ação na Justiça do Distrito Federal pedindo indenização de R$ 330 mil por danos morais e materiais, alegando uso indevido da imagem do adolescente e ausência de prestação de contas. Procurado, o pastor não se manifestou.
Por Pensar Piaui