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Gospel: Pastor da Assembleia de Deus proíbe fiéis de assistir “A Praça é Nossa” e gera repercussão

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O pastor Ailton José Alves, presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), voltou a repercutir nas redes sociais após um vídeo de uma pregação viralizar. O vídeo em questão traz declarações firmes do pastor sobre o consumo de entretenimento por cristãos. Durante um culto de doutrina, o líder religioso orientou os fiéis a não assistirem programas humorísticos considerados inadequados, citando diretamente o tradicional ‘A Praça é Nossa’.

Em sua fala, o pastor adotou um tom contundente ao afirmar que “crente não pode” consumir esse tipo de conteúdo, associando parte do humor televisivo a práticas que, segundo ele, não condizem com os princípios bíblicos. A crítica foi direcionada especialmente a piadas com conotação sexual ou que envolvam insinuações consideradas impróprias dentro da fé cristã.

Ao fundamentar sua orientação, Ailton José Alves mencionou o texto bíblico de Efésios 5:4, que adverte contra palavras torpes e brincadeiras indecentes. Segundo o pastor, o problema não está no ato de rir, mas no conteúdo que provoca esse riso. Em uma de suas falas que mais repercutiram, ele destacou que o cristão não deve se alegrar com aquilo que Deus reprova, alertando que esse comportamento pode comprometer o testemunho diante da sociedade e da própria família.

O líder religioso também fez críticas mais amplas à programação televisiva brasileira, afirmando que a grande maioria dos conteúdos exibidos não contribui para a edificação espiritual. De acordo com ele, o relaxamento nos critérios de escolha do que se assiste pode abrir espaço para influências negativas, reforçando a necessidade de vigilância constante, inclusive nos momentos de lazer.

A declaração reflete uma postura já conhecida da denominação, que historicamente adota princípios mais conservadores em relação a costumes, vestimenta e consumo de mídia. Dentro desse contexto, o posicionamento do pastor reforça a defesa de uma vida cristã separada de práticas consideradas mundanas.

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A repercussão, no entanto, evidencia um debate recorrente no meio evangélico contemporâneo: até que ponto líderes espirituais devem orientar — ou restringir — escolhas individuais relacionadas ao entretenimento. Em episódios anteriores envolvendo líderes da mesma linha, posicionamentos semelhantes geraram reações divergentes. Em um caso relacionado, o pastor Renato Vargens argumentou que, embora líderes possam ensinar princípios, não lhes cabe determinar diretamente o que os fiéis devem ou não assistir, alertando para o risco de práticas legalistas.

Diante disso, a fala do pastor Ailton eacende discussões sobre liberdade cristã, santidade e limites no consumo cultural. Enquanto parte do público apoia a ênfase na separação espiritual e no cuidado com o conteúdo consumido, outros defendem uma abordagem mais equilibrada, baseada na consciência individual e no discernimento bíblico.

O episódio demonstra como temas ligados ao cotidiano, como o entretenimento, continuam sendo pontos sensíveis dentro da vivência cristã, especialmente em um cenário marcado pela diversidade de interpretações e práticas no meio evangélico brasileiro.

Por Redação/Time Gospel

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