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A influenciadora Isabel Veloso, de 19 anos, faleceu neste sábado (10), deixando uma marca profunda em todos que acompanharam sua história. A confirmação veio por meio do marido, Lucas Borbas, que compartilhou a notícia com uma mensagem carregada de afeto e despedida.
Isabel, que desde a adolescência dividia nas redes sociais a rotina de enfrentamento ao linfoma de Hodgkin, tornou-se um símbolo de coragem e humanidade ao transformar sua dor em acolhimento para outras pessoas. Ela deixa um filho, Arthur, de um ano, e uma comunidade que encontrou em sua força uma fonte de inspiração diária.
No post em que anunciou o falecimento, Lucas traduziu o tamanho da perda: “Hoje meu coração fala em silêncio, porque a dor é grande demais para caber em palavras”, escreveu. Ele também resgatou a essência da trajetória que construíram juntos: “Nossa história foi real, foi bonita, foi verdadeira. Construímos uma família, um amor que não depende do tempo nem da presença física para existir. Ela vive em mim, vive no nosso filho, vive em cada pessoa que foi tocada pela força dela”.
Em outra publicação, ele reforçou a dimensão do vínculo: “Hoje meu coração fala em silêncio, porque a dor é grande demais para caber em palavras. A Isabel partiu, e com ela vai uma parte de mim. Mas o amor… o amor não morre”. E completou: “Ela foi luz nos dias mais escuros, foi coragem quando tudo dizia para desistir, foi amor quando a vida parecia injusta. Viveu intensamente, amou profundamente, lutou até onde era humanamente possível – e até além”.
A história de Isabel com o câncer começou em 2021, quando, aos 15 anos, foi diagnosticada com um linfoma de Hodgkin após a detecção de tumores no pescoço e no tórax que afetavam sua respiração e comprimiam o coração. A partir daí, sua vida passou a ser acompanhada por milhares de pessoas, que encontraram nas suas publicações um retrato honesto sobre o adoecer — com seus medos, quedas, esperanças e pequenas vitórias.
Passou por quimioterapia, perdeu os cabelos, celebrou cada etapa concluída e mostrou, sem filtros, o lado invisível dos tratamentos intensos. Em 2023, realizou um transplante de medula autólogo e comemorou a remissão, ainda que temporária. Seu processo de recuperação incluiu imunoterapia e longos períodos de acompanhamento médico.
Em janeiro de 2024, Isabel anunciou que o câncer havia voltado de forma agressiva e que o caso já era considerado terminal. Com maturidade rara para a idade, ela contou aos seguidores como buscava encontrar serenidade mesmo diante da impossibilidade de cura:
“Ter um câncer que não possui mais cura dói, e muito, mas saber que tenho O Senhor comigo, bem como as pessoas que amo, tudo se faz mais leve”. A partir de então, iniciou um processo de cuidados paliativos — não para “desistir”, mas para valorizar o tempo, o conforto e os objetivos pessoais. E foi nesse momento que uma surpresa mudou completamente seu caminho.
Mesmo sob cuidados paliativos, Isabel continuou buscando alternativas terapêuticas. Em 2025, entrou novamente em remissão e passou por um transplante de medula doado pelo pai, com 60% de compatibilidade. O procedimento ocorreu bem e ela recebeu alta antes do previsto. No entanto, dias depois, teve complicações decorrentes de um desequilíbrio de magnésio no sangue, o que levou a uma crise respiratória e à intubação na UTI.
Nascida em Dois Vizinhos (PR), Isabel transformou sua história em um espaço de acolhimento. Sua forma de comunicar atraiu uma verdadeira comunidade, que acompanhou cada capítulo com carinho e respeito. Sua partida não apaga seu legado. A jovem permanece como símbolo de resiliência, delicadeza e humanidade.
Por: Isabella Bisordi / Bons Fluidos

Sou Silas Rodrigues, o Silas do Blog, fundador deste site, com quase 15 anos de existência. Gleiziane é minha esposa e repórter fotográfica.
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