Pode durar uma noite…

Certamente…
…Mas vem pela manhã!
Mensagem do avô, pastor Noir Camilo.
Apresentação do José Filipe.
As noites insones, parecendo eternas, as lágrimas abundantemente vertidas, a esperança, por vezes, combalida e invertida, e as angustiantes expectativas não vividas não foram capazes de fazer do casal, diácono André e Tathiliane, mortais vencidos e destruídos! Das cinzas ele podia ressurgir, pois estava com os olhos postos em Deus!

Meditando ou dormindo?
Os revezes, às vezes, são matizes dos motivos que desmotivam. Mas, mesmo assim, Tathiliane e André prosseguiram na busca inegociável e incessante de verem um dos seus sonhos estabelecido no campo da realidade.
O “sim” dito um ao outro no altar, selando a decisão de viverem um amor intenso, gerou outros “sims” que geraram “nãos”. O sim de serem pais e o não, por exemplo, de se conformarem em construir um jardim sem flor.
Os pombinhos, no entanto, não sabiam que, às vezes, pousar no chão do que gera felicidade custa, quase sempre, a perda de um pedaço das asas, causando o voar trôpego de quem sente faltar alguma coisa para se considerar completo ou completa.

Familiares, parte do pai.

Por parte da mãe.
A construção de uma família, com marca do patriarca André e da matriarca Tathiliane, estava no script de vida, planos e projetos do casal. Mas essa obra não se tornou como fruto óbvio de uma união. Tathiliane e André descobririam que seria preciso cavar sobre a rocha, com o emprego da fé sendo a ferramenta principal desta empreitada salutar, por muitos recusada ou renunciada nos lixões das vias nebulosas de escolhas fétidas!

Um “sim” para a criação nos caminhos do Senhor.

Um “sim”, como disse o marido.
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