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Criança de dois anos chega morta ao hospital, e mãe é presa suspeita de maus-tratos

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Uma mulher, de 20 anos, foi presa e o namorado dela, de 17, foi apreendido suspeitos de maus-tratos contra uma criança de dois anos em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O menino chegou ao hospital morto no último domingo (8) e, de acordo com os suspeitos, havia passado mal.

O casal nega que a criança tenha sofrido maus-tratos. De acordo com a mãe do menino, os três passaram um domingo “tranquilo”, passearam e voltaram para casa durante à noite. Na ocasião, a criança assistiu televisão e jantou. Posteriormente, a mulher colocou o menino para dormir e foi tomar banho com o namorado.

Após o banho, a mulher foi até o quarto do menino e encontrou a criança vomitada e desacordada. Aos policiais, a mãe contou ter tentado reanimar o menino, até mesmo debaixo do chuveiro. Sem sucesso, a suspeita foi ao hospital.

No local, a médica percebeu que a criança já estava morta. A profissional também desconfiou dos ferimentos e acionou a polícia. De acordo com informações da polícia, a criança estava com lesões no corpo.

Um traumatismo craniano também foi constatado. A mãe, contudo, nega que a criança tenha caído.

Mãe de adolescente apreendido nega maus-tratos

A mãe do menino foi até a casa da sogra com a criança no sábado (7) e ficou na residência no domingo (8) também. Apesar de namorar a mãe da criança, o adolescente não é o pai da criança. Em entrevista, a mãe do suspeito relatou que o jovem é inocente, assim como a namorada dele.

“Que a justiça seja feita. Meu filho não fez nada de errado. Ele sempre foi muito atencioso, muito carinhoso, tanto que pode perguntar a todos do bairro que já deve ter visto ele lá. Ele fazia de tudo para essa criança”, contou à Itatiaia.

A mulher também defendeu a nora e reforçou que ela é uma mãe atenciosa.“Se eu tivesse visto, eu teria falado. Eu não tô morta, eu tô dentro de casa, eu tenho filhos, tenho neto. Eu ia aceitar uma coisa dessa jamais. Estava todo mundo na mesma casa”, disse.

Ela contou, ainda, não ter percebido nenhuma queda na casa, apesar da conclusão de que o menino sofreu um traumatismo craniano. “Eu falei com eles que realmente não teve queda nenhuma, porque se ele tivesse caído, ele teria gritado, chorado. Não ocorreu nada disso na minha casa”, relatou.

A Itatiaia demandou a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

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