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5 horas atrásno
A argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, segue impedida de deixar o Brasil. Embora o Ministério Público tenha concordado com seu retorno à Argentina, um juiz determinou que ela permaneça no Rio sob monitoramento por mais 10 a 15 dias.
A jovem manifestou desespero com o prolongamento da estadia, já que está no Brasil há dois meses. A defesa de Agostina entrou com habeas corpus para liberar sua saída, mas a decisão final ainda não foi divulgada.
A advogada da argentina criticou o “intenso escrutínio” da mídia sobre o caso e afirmou que a substituição da pena por serviços comunitários e indenização não representa impunidade. O acordo que estabelece pena mínima e serviços comunitários permanece válido, e a defesa espera que o tribunal aplique a lei sem ceder à indignação pública.
A juíza do caso ainda precisa analisar os argumentos finais antes de decidir a sentença. A jovem permanece no Brasil aguardando a decisão judicial.
Jornal Daki