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AD Timóteo – Pastor Cícero: seu descanso eterno na linda Cidade!

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O pastor Cícero Jovino dos Santos tinha 92 anos. Foto/Reprodução.

A família perde um sólido referencial de honestidade, amor e dedicação; a sociedade deixa de ter em sua estatística um cidadão cônscio dos seus deveres e, a Assembleia de Deus, Ministério de Timóteo, fica desfalcada de um dos seus exemplares baluartes. Estas são, entre outras, igualmente tristes, consequências imediatas decorrentes da morte do pastor Cícero Jovino dos Santos, ocorrida dia 8 de março, causada por insuficiência respiratória, quadro que agravou-se nos últimos dois anos e meio, dos três que viveu acamado.

Com a esposa, Terezinha. Foto/Reprodução.

Pastor Cícero dedicou, com notório afinco, parte expressiva de sua vida ao Reino de Deus. Foi um obreiro de conduta irrepreensível, num tempo em que cuidar de ovelhas era o espinhoso e exclusivo exercício, porém florido e abençoado, de uma chamada, desprovida da hodierna, e quase que predominante, busca insaciável de holofotes, likes e conquista de seguidores.

Foi um obreiro produtivo, num tempo em que, rigorosamente, o que a mão direita
fazia a esquerda não precisava saber. Era pura e total entrega ao Reino de Deus.
Não se mercadejava a fé. Neste contexto, pastor Cícero protagonizou gestos de extrema fidelidade ao seu tempo, não traindo a confiança que o Ministério lhe depositava nem transigindo no cumprimento estrito do seu dever.

Não obstante às limitações inerentes a um homem humilde, porém honesto, responsável e correto no que se propunha a fazer, esse pastor deixou marcas indeléveis na sua trajetória cristã e ministerial, que o tornarão presente nas lembranças do que sua caminhada significou.

Com alguns obreiros. Foto/Reprodução.

Casado com Terezinha Augusta dos Santos, atualmente com 95 anos, pastor Cícero dirigiu congregações da Assembleia de Deus em Jaguaraçu, Ana Rita, Lagoa do Pau, Baixadão, Mundo Novo, Antunes, Divinolândia e, a última delas, Santa Rita.

Durante muitos anos residiu no bairro São José, em Timóteo. De lá, mudou-se com a família para outras localidades, incluindo o bairro Bela Vista e, terminando seus dias de vida, no Alegre, nesse mesmo município. Criou sua família nos caminhos do Senhor, fazendo do seu exemplo, como servo de Deus, a cristalina e inquestionável prova de coerência absoluta entre o que a ensinava e o que, de fato, vivia. Deixou 5 filhos, 17 netos e 21 bisnetos. “Só boas lembranças do homem honesto, dedicado a obra de Deus e que nos deixou grandes exemplos em todos os sentidos dessa vida”, testemunhou Eunice, uma das filhas.

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Foto/Reprodução.

Aposentado desde 1992, pastor Cícero tinha como hino preferido o de número 422, da Harpa Cristã, “No céu não entra pecado”.

A quem conhecia o obreiro Cícero, era possível constatar, através de suas ações, que tratava-se de um homem determinado a levar a sério a mensagem incisiva deste hino,
cuja autoria é atribuída a Ingrid Anderson Franson. Não se tem notícia de que ele contraiu inimizades, tampouco escandalizado o Ministério, com comportamentos e condutas antagônicas à intrínseca forma como deve se conduzir um servo de Deus, sobretudo aqueles aos quais é confiado o zelo do precioso rebanho do Senhor.

Foto/Reprodução.

Se na terra este servo de Deus não teve sua história festejada ou reconhecida; se não foi, como deveria ser, alvo da devida gratidão por parte daqueles aos quais um dia estendeu as mãos; se não teve expostos na parede da sua casa diplomas ou quadros concebidos por justas homenagens ou nojentas bajulações; se, quando sua
morte foi anunciada, por muitos já era alguém esquecido, não se importa! Se isso
foi realidade em sua vida, não significou, absolutamente, redução dos seus valores e virtudes, contribuintes que foram para apontar o céu como seu destino final, onde contemplará a glória reservada a quem vive acreditando e praticando a verdade que encerra a mensagem retumbante, poetizada por Ingrid Anderson, segundo a qual, no céu, definitiva e inegociavelmente, não entra pecado.

Foto/Reprodução.

A Assembleia de Deus, Ministério de Timóteo, perde um pioneiro, colaborador e autor de longos e prósperos capítulos da sua história. Um homem, a cujos ouvidos agradava ouvir que no céu não entra pecado, fadiga, tristeza, nem dor; não há coração quebrantado,
pois todos são cheios de amor!
Quanto ao pastor Cícero, as nuvens da vida terrestre não puderam a glória ofuscar, do reino de gozo celeste que Deus quis, pra ele, preparar! Ele foi pra linda cidade; Jesus o deu um lugar; com os crentes de todas idades, a Deus irá sempre louvar! Do céu tinha muitas saudades, das glórias que lá está vendo! Oh, que gozo ele teve quando viu seu Senhor rodeado de grande esplendor!

Foto/Reprodução.

A existência dos 92 anos deste servo de Deus não teve o desfecho de um filme de terror! Contou com embates mas foi, também, um caudaloso mar de vitórias que culminaram em exemplos necessários, e cada dia mais raros, para uma geração que carece, urgente e diuturnamente, inspirar-se em heróis autênticos, que venceram batalhas sem ignorar a absoluta advertência de que no céu não entra pecado. Por verdade, como essa, a respeito do pai, certamente, é que uma de suas filhas, Eunice, expressou: “Só gratidão a DEUS por tudo que ELE nos concedeu junto do nosso Pai.”

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