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Vídeo: Radialista causa revolta ao chamar Bíblia de “livrinho idiota” ao vivo

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Declarações de jornalista geram críticas por possível intolerância religiosa

O jornalista José Carlos Magdalena, da rádio EP FM, provocou forte repercussão após fazer declarações ofensivas à Bíblia e à religião cristã durante um programa transmitido ao vivo, nesta terça-feira (7), em Araraquara.

Falas ocorreram durante interação com ouvinte

As declarações foram feitas enquanto o jornalista comentava a mensagem de um ouvinte que defendia a visão bíblica sobre a união entre homem e mulher. Durante a resposta, Magdalena utilizou termos agressivos para criticar tanto o conteúdo religioso quanto a fé cristã.

“A Bíblia é um cacete, é um livrinho idiota. A religião é um demônio que infelizmente está no meio social. A religião é demoníaca”, afirmou.

Críticas continuaram mesmo após alerta no programa

Ao longo da transmissão, o radialista manteve o tom e ampliou as críticas:

“A Bíblia está errada. A Bíblia é uma bost*, se você quiser saber. Ali tem um monte de criação, cada um colocou uma coisinha a mais. Agora, se as pessoas são felizes, o Luca é feliz como ele é, eu sou feliz como eu sou, você é feliz, o que as pessoas têm a ver com isso? Tá fazendo algum mal pra você? ‘Ah, mas Deus’… Deus o cacete, cidadão!”

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Durante o programa, um dos apresentadores discordou e alertou que as falas poderiam configurar intolerância religiosa. Mesmo assim, Magdalena seguiu com as declarações e chegou a defender que a religião deveria ser “banida”.

“Livrinho idiota! Eu li muito! É tudo besteira isso aí! Tudo palhaçada! Tudo palhaçada! Tudo idiotice! Tudo idiotice!”, reforçou.

Caso levanta debate sobre limites da liberdade de expressão

A repercussão do episódio gerou questionamentos sobre os limites da liberdade de expressão, especialmente quando envolve crenças religiosas. Também reacende discussões sobre possíveis enquadramentos legais em casos de ofensas a religiões.

Até o momento, não há informações sobre eventuais medidas por parte da emissora ou das autoridades.

Por Contra Fatos.

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