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Um falso líder religioso foi preso suspeito de abusar sexualmente de ao menos quatro mulheres durante supostos rituais. O homem foi detido em Guarujá, no litoral de São Paulo, na segunda-feira (9/2). Segundo as autoridades, ele atraía as vítimas com promessas de “limpeza espiritual”.
As investigações da Polícia Civil indicam que o suspeito, identificado como Edson da Cruz, se apresentava como “pai de santo” e se aproximava de mulheres com problemas de saúde ou psicológicos com a promessa de curá-las.
Ele incentivava as mulheres a ingerir bebidas alucinógenas preparadas com ervas como parte do falso ritual de purificação. Então, com as vítimas entorpecidas, o homem afirmava que o ritual exigiria relações sexuais, momento em que praticava os abusos.
Após os crimes, o suspeito teria constrangido as mulheres para que elas não denunciassem os abusos. Uma delas registrou a ocorrência e, em seguida, recebeu uma ligação com número privado, sendo intimidada a “não levar o processo adiante”.
Até o momento, as autoridades identificaram quatro vítimas: duas em Guarujá e outras duas em Osasco, na região metropolitana da capital paulista. Para os policiais, o fato “reforça a gravidade dos fatos e a amplitude da investigação”.
Ao autorizar a prisão temporária, a Justiça afirmou que as provas apresentadas indicam o envolvimento do homem em crimes de violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Além disso, a prisão seria essencial para evitar a destruição de provas e auxiliar na identificação de outros suspeitos.
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Abusos durante “limpeza espiritual”
A Polícia Civil prendeu, na segunda-feira (9/2), um falso líder religioso acusado de estuprar mulheres durante “rituais de purificação”. O homem, identificado como Edson da Cruz, foi detido em Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a investigação, ele se apresentava como “pai de santo” para mulheres com problemas de saúde ou psicológicos e prometia curá-las. O homem convencia as vítimas a ingerir uma bebida alucinógena preparada com ervas. As mulheres ficavam entorpecidas e então eram coagidas a ter relações sexuais como parte do falso ritual. Após os crimes, as mulheres eram intimidadas para não denunciar os abusos. Até o momento, as autoridades identificaram quatro vítimas: duas em Guarujá e outras duas em Osasco, na região metropolitana da capital paulista.
O mandado de prisão foi cumprido por policiais civis da Delegacia Sede do Guarujá em conjunto com a Delegacia de Defesa da Mulher do município.
Além da acusação de crimes sexuais, o suspeito também é alvo de denúncias de violência doméstica contra a ex-companheira. Ele foi encaminhado à Cadeia Pública de Guarujá, onde permanece à disposição da Justiça.
O Metrópoles não localizou a defesa de Edson da Cruz. O espaço segue aberto para manifestações.