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Professor de História que zombou da morte de Charlie Kirk diz que evangélicos deveriam ser proibidos de votar

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Em 2025, morreu com uma bala no pescoço o ativista de direita Charli Kirk. Ele foi alvejado enquanto discursava em uma universidade. A reação de Eduardo Bueno viralizou:

“O Charlie Kirk. Tem duas filhas pequenas, que bom para as filhas dele, né? Que bom”.

Agora, Bueno volta a viralizar a partir de um corte de um vídeo em que ele comenta sobre a caminhada convocada por Nikolas Ferreira e ataca os evangélicos:

Um ataque a Nikolas Ferreira

O historiador afirma que Nikolas “não deveria ser ninguém” no cenário político e o descreve como uma figura “desprezível, rasteira e abominável”.

Bueno questiona a legitimidade de sua projeção nacional, relativiza os mais de 1,4 milhão de votos recebidos em 2022 e diz que ele “vai para a lata de lixo da história”, onde seria lembrado apenas como parte do que chama de “substrato mais baixo” da política brasileira.

Ao comentar a origem do deputado na comunidade Pai Tomás, em Belo Horizonte, Bueno associa o nome do bairro ao romance A Cabana do Pai Tomás (1852), de Harriet Beecher Stowe, obra que teve papel relevante no movimento abolicionista.

Ele sugere que o deputado não teria assimilado o significado histórico nem simbólico do nome “Pai Tomás” e que sua atuação política estaria ligada a uma forma de cristianismo que reforça obediência, hierarquia e intolerância.

Não é o primeiro caso

Nas redes sociais as pessoas lembraram que Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, havia anteriormente comemorado a morte do ativista político Charlie Kirk:

“Esse ‘professor’ acaba de falar que quase 30%, 47 milhões de brasileiros, não deveriam votar. Cade o STF ou o TSE dizendo que isso é um ataque a democracia? Ah, e vale lembrar: é o mesmo sujeito que comemorou a m0rte de Charlie Kirk…”, disse a comentarista política Marina Helena.

O vereador de Porto Alegre, Alexandre Bodara, também se manifestou apontando para o preconceito religioso:

“Peninha volta a atacar, agora de forma aberta e nojenta, os cristãos. Em um vídeo tomado por ódio, afirma que eles não deveriam votar. É desprezo escancarado pela fé de milhões de brasileiros e tentativa explícita de calar quem não se submete ao seu pensamento.”, publicou em seu X.

Até o momento, Nikolas Ferreira não se manifestou sobre o caso

Redação Brasil Paralelo

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