
Em um vídeo que circula nas redes sociais, o vereador Moacir de Castro Araujo (PSDB), 70 anos, natural de Timóteo, faz duras críticas a dois dos quatro candidatos a prefeito de Timóteo nestas eleições suplementares, que ocorrerão no próximo dia 24 de junho.
Vídeo que circula nas redes sociais
Moacir de Castro, que acumula sete mandatos de vereador, dois de presidente da Câmara e um de vice-prefeito, afirmou, em tom inflamado, ser muita coincidência o candidato Carlos Vasconcelos (Comunista) pertencer ao partido do deputado Celinho do Sinttrocel , que é irmão do candidato Adriano Alvarenga (PMB). “Timóteo é uma terra sem lei”, disparou o parlamentar. “Estou preparado pra tudo. Pra tudo, até pra morrer, afirmou Moacir, que já ocupou o cargo de delegado. Para o vereador, Adriano não tem condições de governar Timóteo e justificou sua afirmação, citando situações da vida do candidato, que tem como vice a professora Adriane, cargo que disputou nas eleições passadas na chapa do, a época, inimigo de Adriano, Sérgio Mendes. “Já vivi demais”, disse o parlamentar, lembrando que tem setenta anos de idade. Para Moacir de Castro, caso Adriano vença as eleições, “Timóteo vai para o buraco”. Araújo acredita que o comunista Carlos Vasconcelos está sendo financiado como terceiro candidato. Ele desafiou o candidato a ir para as redes sociais debater consigo. Moacir defendeu o vice do candidato Dr. Renato (MDB), professor Diogo. “O que estão fazendo com o professor Diogo, o massacre, isso e uma vergonha”, considerou Moacir de Castro que, antes de concluir seu discurso, voltou a atacar Adriano, considerando que o político ganhou as eleições (para vereador, em 2016) em cima da taxa de esgoto e, agora, ocupando o cargo de prefeito, não retira a taxa do serviço, como sugeriu, ao ex-prefeito Keisson, durante seu mandato, dando a entender que o então prefeito do PT não acabava com a taxa simplesmente porque não queria. Moacir de Castro encerrou sua participação na tribuna da Casa insinuando que os demais vereadores de Timóteo, que são quinze ao todo, estão omissos.

