Neia apresentou o filho que “teria que ser sacrificado” para que ela sobrevivesse

Terminou´por volta da 16h50 a Tarde da Bênção na Assembleia de Deus em Olaria, que teve início às 15h.
Mais uma vez a manifestação do poder de Deus recompensou o esforço empreendido por homens, mulheres e jovens que lá estiveram.

Coma filha Maria Vitória, o filho e a cantora Eliane Silva

A preletora, Neia, foi uma das primeiras a chegar ao local, acompanhada do filho Emanuel e da filha Vitória, ambos frutos de um milagre em sua vida.
A cantora Eliane Silva, pela segunda vez consecutiva, também prestigiou o evento e colaborou com seus louvores ungidos. Eliane, como sempre faz, cantou acompanhada do público que se irrompia em glórias a Deus e aleluias.


No momento em que a preletora assumiu os microfones a expectativa tomou conta do ambiente. Neia, eloquente, contaria o que Deus fez em sua vida. Eloquente, Neia contou que há cerca de dezessete anos esteve hospitalizada em Montes Claros, onde residia, em consequência de uma infecção nos rins que generalizou-se, comprometendo seriamente o bebê que esperava há sete meses.
A preletora relatou, ainda, que seu estado tomou uma proporção tão alarmante que teve que permanecer no isolamento daquele hospital durante 17 dias. Em um determinado momento, os médicos assumiram uma postura radical para pouparem da morte a mãe ou o feto. “Teremos que sacrificar o feto”,  teria dito um médico ao esposo de Neia. Com fé em Deus, o pai retrucou e destacou que nenhum dos dois precisaria ser poupado e que ambos sobreviveriam. Diante da decisão, os médicos determinaram que a paciente fosse encaminhada para casa.


Porém, enquanto a situação se agravava, uma multidão se pôs em oração pela vida de mãe e filho. Foi dado o prazo de apenas três dias para a criança ser expelida sem vida do útero da mãe. Todavia, os médicos foram confundidos e, poucos dias depois, Neia foi ao hospital para fazer o último exame antes de dar à luz o Emanuel. O médico que cuidou dela e o corpo de enfermeiras se assustaram com a recuperação da mulher sentenciada à morte. Neia, naquele mesmo dia, deu à luz, em parto normal, “sem sentir nenhuma dor”, a um filho saudável, mais uma vez contrariando a previsão dos médicos segundo a qual o menino nasceria com anormalidade.
Neia apresentou ao público o filho Emanuel e a filha Maria Vitória, também nascida sob proteção de Deus, ao contrário dos diagnósticos emitidos durante a gravidez. Ela está com pouco mais de um aninho.

“A cada terça-feira uma surpresa”, disse um dos fiéis que estiveram presentes na Tarde da Bênção de hoje, referindo-se ao que viu e ouviu, depois das mensagens e dos louvores.

O evangelista Luiz Carlos também participou

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