Se estivesse vivo, Bené Coração completaria, hoje, 50 anos de casado com e Carminha. Bené foi recolhido aos portais da eternidade no dia 29 de janeiro passado mas sua presença ainda é viva nos exemplos de pai, marido, amigo, avô e cidadão que soube ser. Hoje a família não pode comemorar o jubileu de ouro do casal, mas a força das lembranças de quem tinha “coração” até no nome, reforça a realidade de uma união interrompida apenas pelo cessar do fôlego de vida de um deles.
Cinquenta anos que não podem ser lembrados em uma festa mas que podem ser vividos nas recordações que marcaram o curso de uma existência que não deixa de existir no fato de não existir mais.
O casal teve nove filhos que pautam pela honestidade e norteiam suas vidas na lisura de uma conduta digna de um pai que descansa hoje. Nove filhos que não maculam a sociedade com maus exemplos. Nove filhos que honram a trajetória de um homem chamado Bené Coração, um Bené que não sai do coração.
Enquanto a saudade corrói a alma o alívio de recordar uma data de amor pleno é um oásis onde só o consolo de Cristo fará florescer os sorrisos que perderam parte da razão de ser no silêncio que deixou um pai.


