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O ex-prefeito Geraldo Hilário, que governou o município de janeiro de 2008 a 9 de setembro de 2010, reuniu-se na noite desta quarta-feira (02) com diversos partidos, apoiadores, pré-candidatos e curiosos, quando reafirmou sua disposição de colocar seu nome na disputa deste ano à prefeitura da cidade. O ato  foi chamado de “Encontro de Partidos Amigos”, dentre eles o PMN, PTdoB, PRTB, PP e PPL.
No espaço conhecido como “Fundo de Quintal”, no bairro Olaria, Hilário ouviu diversas manifestações de apoio por parte dos presidentes de partidos ali presentes. Antes da sua fala, seu advogado, Jonair, afirmou que Hilário pode, sim, concorrer ao pleito deste ano e que “nada o impede de fazê-lo”. O advogado, sem citar  nome, rebateu as críticas do atual presidente da Câmara Municipal, Moacir de Castro, e insinuou que o vereador  procurou Geraldo Hilário para uma composição na chapa e estaria o criticando devido à recusa de Hilário em tê-lo consigo. “Quis Deus que o senhor não tivesse esta má companhia”, disse o advogado.
Jonair afirmou que estava ali na condição de advogado para dizer à população de Timóteo “que não há nenhum tipo de impedimento à candidatura de Geraldo Hilário”. O advogado alertou para as afirmações em contrário. “Os abutres da política de Timóteo não querem largar o osso, mas vão largar”, criticou Jonair.
Alguns apoiadores do pré-candidato enalteceram seu período de governo e garantiram que, se eleito, Hilário será o melhor prefeito da história da cidade.
Em nenhum dos discursos foi feita crítica contundente ao atual governo do município, senão algumas pontuações.
Hilário, em um pronunciamento que durou dez minutos e oito segundos, e que, também,  não teve nenhuma crítica ao governo Keisson, afirmou que ali não estava pedindo apoio e, sim, que o guardassem em oração “porque o inimigo está furioso”. O ex-prefeito deixou claro que sua “convicção de que pode sair candidato” começou a surgir há seis meses, quando reuniu-se com uma equipe de advogados. Mas Hilário afirmou que todo dia pergunta se “este é seu momento mesmo”, como se fosse uma dúvida que ainda tem. “Será que eu, além da medicina, tenho outras missões?”, disse o ex-prefeito. Hilário voltou a dizer que foi injustiçado “porque fez o que seu coração mandava”, ou seja, liberar aqueles exames.