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Morador de rua morto com chutes na cabeça em BH é identificado

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A Polícia Civil informou nesta segunda-feira que conseguiu identificar o morador de rua assassinado com chutes na cabeça em 15 de janeiro no Centro de Belo Horizonte, perto da rodoviária da capital. O autor do crime ainda não foi localizado.

Segundo a polícia, por meio de exames das impressões digitais, foi possível identificar José Januário da Silva, de 57 anos, nascido em Parnaíba, no Piauí. Por conta dos seus traços, o homem era conhecido na região como Índio mas, de acordo com a Polícia Civil, os primeiros levantamentos indicam que possivelmente ele não pertencia a nenhuma comunidade indígena.

O crime foi flagrado pelas câmeras de segurança do comércio local. As imagens mostram o momento em que a vítima, que tinha o hábito de dormir no local, chega cambaleante, se ajeita embaixo de uma marquise e se deita. Pouco depois das 2h do dia 15, quando o morador de rua estava dormindo, um rapaz se aproximou e começou a agredi-lo com chutes no rosto e pisadas na cabeça. São cenas de extrema violência. O agressor chegou a desferir uma sequência de 12 chutes no rosto da vítima.

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(foto: Polícia Civil/Divulgação)

Também ficou registrado que o autor da agressão é um homem branco, de boa aparência, barba curta, com idade entre 25 e 30 anos. Ele usava bermuda, camisa escura, boné, chinelos e levava uma mochila nas costas.
 

Após o ataque, as câmeras captaram o rapaz indo embora, no sentido da Estação Central do metrô. A vítima permaneceu no local, inconsciente. Além das agressões, as filmagens flagraram um outro andarilho se aproximando do ferido e furtando sua sacola. A vítima agonizou por aproximadamente cinco horas até ser socorrida. Somente às 7h35, quando a movimentação na rua era maior foi que a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram chamados. Ele foi levado para o Hospital João XXIII, com afundamento de crânio, e acabou morrendo.

Ainda segundo a Polícia Civil, aualquer informação que possa auxiliar as investigações pode ser repassada, anonimamente, pelo Disque Denúncia 181. (Com informações de Andréa Silva)

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