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A família de Talita, uma criança de 7 anos que faleceu em setembro de 2025, realizou um novo sepultamento da menina no Cemitério São João Batista, em São José (SC), após o túmulo ter sido violado e o crânio furtado. O crime ocorreu cerca de um mês após o enterro original, e os restos mortais só foram liberados para a família nesta semana, após a conclusão dos exames de DNA e da investigação da Polícia Civil.
O suspeito do crime, um homem de 29 anos, foi preso em flagrante em um bar poucas horas após a violação, portando o crânio da criança e uma imagem religiosa dentro de uma mochila. Em depoimento, ele confessou que utilizaria o material em um ritual de magia. O Ministério Público de Santa Catarina já ofereceu denúncia contra o homem por violação de sepultura e subtração de cadáver, crimes previstos no Artigo 211 do Código Penal.
Durante os meses de investigação, o crânio permaneceu sob custódia da perícia para garantir a identificação genética. O delegado Rodolfo Serafim Cabral, ao assumir o caso, solicitou agilidade na devolução dos restos mortais para amenizar o sofrimento dos familiares.
Em resposta ao ocorrido, a Prefeitura de São José informou que tem realizado manutenções no cemitério e solicitou o reforço nas rondas da Guarda Municipal na região. A medida visa ampliar a segurança no local e evitar novos casos de vilipêndio.
Escrito por Da Redação/TN Online