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Desfile em homenagem a Lula retrata família tradicional em latas de conserva

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O desfile da Acadêmicos de Niterói, realizado no domingo (15) no Rio de Janeiro, provocou forte repercussão política e social. Um dos trechos da apresentação retratou o que foi interpretado por críticos como uma representação da “família tradicional” dentro de latas de conserva, o que gerou acusações de desrespeito a valores religiosos e conservadores.

Nas alegorias, apareceram figuras associadas a evangélicos, militares e mulheres brancas, o que levou lideranças políticas a se manifestarem publicamente. O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, afirmou que pretende recorrer à Justiça por entender que houve preconceito religioso. Para ele, a crítica extrapolou os limites da expressão artística e atingiu a fé de milhões de brasileiros.

A deputada federal Caroline de Toni também criticou o conteúdo do desfile, dizendo que a apresentação teria como alvo famílias e valores conservadores. Segundo ela, o episódio serve de alerta para quem minimiza esse tipo de abordagem em eventos culturais de grande visibilidade.

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Reações partidárias e embates jurídicos

A polêmica ganhou contornos eleitorais após o Partido Novo anunciar que pretende acionar a Justiça Eleitoral para questionar a elegibilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alegando uso político do desfile. O senador Flávio Bolsonaro também criticou o presidente, afirmando que haveria uso indevido de recursos públicos para promoção política.

Antes da apresentação, o Tribunal Superior Eleitoral já havia rejeitado, por unanimidade, um pedido que buscava barrar a homenagem no desfile sob a alegação de propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder. No mesmo sentido, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região também negou solicitação para impedir a apresentação.

O episódio reacendeu o debate sobre os limites entre liberdade artística, crítica social e respeito a crenças religiosas, especialmente quando manifestações culturais ganham repercussão nacional em ano pré-eleitoral.

Fonte: Jovem Pan

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