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Andressa Urach participou do desfile da Porto Pedra, que trouxe um enredo sobre prostituição e causou polêmica, neste sábado (15), na Série Ouro do Rio de Janeiro. Depois ela aproveitou o tema para pedir mais direitos para as prostitutas.
“Eu acho que a Porta da Pedra foi muito corajosa em escolher esse samba-enredo. Porque, infelizmente, a gente vive numa sociedade onde essas mulheres são silenciadas há muitos anos. É a profissão mais antiga e não existem políticas públicas para essas mulheres”, criticou Andressa.
Em outro momento da entrevista, ela disse que não recomendo que as mulheres se prostituam.
E destacou a hipocrisia da sociedade no geral: “São essas mulheres guerreiras que às vezes são julgadas por uma sociedade que finge que elas não existem. E elas não podem se aposentar. Não têm direitos de um cidadão, uma pessoa normal. E ela não faz mal a ninguém estar ali fazendo o seu trabalho”.
Ela disse que todo mundo deveria entender essa necessidade de mais direitos: “Você pode não concordar, mas pelo menos respeite, dê o direito de voz e de dizer que ela também precisa de políticas públicas e leis que as protejam”.
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Andressa não desfilava há 13 anos e disse que retornou porque mudou a visão religiosa que já apresentou no passado: “Vivi uma fase religiosa e achava que era pecado o carnaval. Hoje, com a mente mais aberta, mais evoluída como ser humano, eu venci todos esses preconceitos e essas crenças limitantes. E vi que, na verdade, ali está Deus. Porque são pessoas que vão por amor, tiram o dinheiro do bolso para estar ali, gastam com passagem e hospedagem”.