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Renan Santos de ônibus e na reta final das eleições
Chapecó, no Oeste de Santa Catarina recebe, nesta quinta-feira (17), uma agenda de campanha do candidato à presidência da república Renan Santos, do partido Missão. O encontro está marcado para ocorrer na Praça Coronel Bertaso, no Centro, entre 9h e 10h, com a presença do presidenciável por volta das 9h30.
A passagem pela cidade faz parte do Futuro Glorioso Tour, caravana organizada pela campanha que percorre diferentes cidades brasileiras entre 16 e 30 de setembro.
Segundo o roteiro divulgado pela própria candidatura, Chapecó será uma das primeiras paradas da viagem, que passa por 37 cidades de sete estados.
A agenda ocorre na reta final das eleições de 2026. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, o que deixa pouco mais de duas semanas entre a passagem do candidato por Chapecó e a votação.
Renan Santos em Chapecó
O Futuro Glorioso Tour começou nesta quarta-feira (16), com paradas em Londrina, Maringá e Cascavel, no Paraná. Nesta quinta, a programação inclui Chapecó e outras cidades do Sul, entre elas Passo Fundo, Bento Gonçalves e Caxias do Sul.
A campanha prevê dois ônibus e uma estrutura voltada também à produção de conteúdo durante os deslocamentos. O roteiro segue pelo Sul e, nos dias seguintes, passa por cidades de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
A última parada está prevista para 30 de setembro, no Rio de Janeiro.
Depois de Chapecó, o roteiro prevê ainda passagens por Criciúma, Florianópolis, Balneário Camboriú e Blumenau, em Santa Catarina, nos dias seguintes.
Quem é Renan Santos
Renan Santos, 42 anos, é empresário, um dos fundadores do MBL (Movimento Brasil Livre) e presidente nacional do partido Missão. A sigla foi criada a partir do movimento e teve seu registro aprovado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em novembro de 2025.
Esta é a primeira eleição presidencial disputada por Renan como candidato.
Natural de São Paulo, Renan ganhou projeção política principalmente a partir da atuação no MBL, grupo que teve participação nas mobilizações pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2016.
Antes de chegar à disputa presidencial, também passou a comandar o novo partido.
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