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Prefeitura de Timóteo apresenta Prestação de Contas 2º Quadrimestre 2025

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Números são positivos, município investe mais de 24% do orçamento em saúde e mantém controle com gastos de pessoal

Em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal, o Poder Executivo, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda, realiza na tarde desta terça-feira ( 30/09), audiência pública, com o objetivo de demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais referentes ao 2º quadrimestrede2025. O evento foi realizado no plenário da Camara Municipal, com apresentação promovida pela secretária municipal de Fazenda, Sidney Alves de Assis.

Durante a explanação, a secretária destacou que “a transparência pública é o princípio que obriga o governo e instituições a divulgarem de forma clara e acessível todas as informações sobre a gestão dos recursos públicos, fortalecendo a democracia, a confiança e a prestação de contas”. Sidney Alves ressaltou que o governo do Capitão Vítor prioriza a transparência com as contas públicas  e o compromisso com a responsabilidade fiscal.

A secretária de Fazenda apresentou os números da arrecadação e das despesas dos meses de janeiro a agosto deste ano. De acordo com o balanço orçamentário, o município arrecadou em torno de R$ 337, 5 milhões do total previsto para este ano (518,8 milhões). Em relação às despesas, foram realizados (pagos)  R$ 278,3 milhões. Neste período, a despesa empenhada gira em torno de R$ 349,8 milhões.

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Os números das áreas de saúde, de Educação e de despesa com pessoal apresentados foram bastante positivos. A Prefeitura de Timóteo superou o mínimo constitucional que é a aplicação de 15% da arrecadação das receitas base para a apuração ( valor de R$ 204,4 milhões) na área de saúde, chegando a 24,94% da despesa líquida e a 28,44% da despesa empenhada.

Já na área de Educação, o município aplicou 23,22% da arrecadação das receitas base para apuração ( valor de R$ 208 milhões), estando bem próximo de atingir o mínimo constitucional de 25% de investimentos. Os gastos com pessoal do Executivo alcançou a cifra de R$ 129,1 milhões, representando 44,56% do orçamento. Os limites legal e prudencial são, respectivamente, 54% e 51,30%.

O município repassou ao legislativo R$ 14,2 milhões nos primeiros oito meses, sendo que a Câmara Municipal teve um gasto com pessoal de 3,10% do orçamento. No caso do Legislativo, os limites legal e prudencial são, respectivamente, 6% e 5,7%.  Somando os gastos do Executivo e Legislativo com pessoal, o município aplicou R$138 milhões, representando 47,66% do orçamento, ficando abaixo do limite legal (60%) e do prudencial (57%).

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