{"id":14190,"date":"2014-02-27T01:23:14","date_gmt":"2014-02-27T04:23:14","guid":{"rendered":"http:\/\/portaldosilas.com.br\/?p=14190"},"modified":"2014-02-27T13:39:58","modified_gmt":"2014-02-27T16:39:58","slug":"alerta-os-caminhos-do-isla-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/2014\/02\/27\/alerta-os-caminhos-do-isla-no-brasil\/","title":{"rendered":"ALERTA: Os caminhos do Isl\u00e3 no Brasil"},"content":{"rendered":"<h2><i>Os caminhos do Isl\u00e3 no Brasil<\/i><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-YsQ34An9acQ\/UwmLDOGx_WI\/AAAAAAAAoIA\/R3eQ0ePFr6s\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" alt=\"\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-YsQ34An9acQ\/UwmLDOGx_WI\/AAAAAAAAoIA\/R3eQ0ePFr6s\/s640\/isl%C3%A3+no+Brasil+1.jpg\" width=\"640\" height=\"401\" border=\"0\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>OPINI\u00c3O<\/b><br \/>\n<b>A carioca Karina, 28 anos, reverteu-se ao isl\u00e3 aos 14 e nunca mais deixou de usar o v\u00e9u:<\/b><br \/>\n<b>&#8220;N\u00e3o sou for\u00e7ada a us\u00e1-lo&#8221;<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><i><b>Aumento no n\u00famero de mesquitas no Pa\u00eds, de sheiks que agora falam portugu\u00eas e de brasileiros no topo da hierarquia de centros isl\u00e2micos explica a expans\u00e3o dos mu\u00e7ulmanos no Brasil<\/b><\/i><\/p>\n<p><b>ISTO\u00c9<\/b><\/p>\n<p><b>Rodrigo Cardoso<\/b><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Quando decidiu se aproximar da cultura isl\u00e2mica, o soteropolitano Wilton Jos\u00e9 de Carvalho n\u00e3o poderia imaginar que ganharia um lugar de destaque entre os seguidores brasileiros do profeta Maom\u00e9 \u2013 cerca de 1,5 milh\u00e3o. Cat\u00f3lico praticante, Carvalho foi apresentado ao isl\u00e3 por um amigo em 1990. Desde ent\u00e3o, j\u00e1 como Yussuf, ele, o amigo, outros quatro brasileiros e tr\u00eas africanos passaram a se reunir e fazer ora\u00e7\u00f5es em uma pequena sala alugada, no centro de Salvador, em uma rua de nome sugestivo: Mesquita. Quatro anos depois, o grupo se mudou para um im\u00f3vel comercial arrematado por um \u00e1rabe. Nascia o Centro Cultural Isl\u00e2mico da Bahia, em 1994. Na institui\u00e7\u00e3o, o baiano foi diretor patrimonial, passou pela vice-presid\u00eancia e \u00e9, desde 2010, o primeiro brasileiro a comand\u00e1-la. Hist\u00f3rias como a de Yussuf revelam uma transforma\u00e7\u00e3o pela qual o isl\u00e3 vem passando no Brasil. Especialistas tratam como fen\u00f4meno religioso o fato de cada vez mais brasileiros ascenderem ao topo da hierarquia de entidades mu\u00e7ulmanas. \u201cEm algumas cidades, como Salvador e Recife, centros isl\u00e2micos que historicamente eram presididos por mu\u00e7ulmanos de origem \u00e1rabe hoje t\u00eam brasileiros ocupando o posto\u201d, afirma o sheik s\u00edrio Jihad Hassan Hammadeh, que preside o conselho de \u00e9tica da Uni\u00e3o Nacional Isl\u00e2mica (Uni).<\/strong><\/em><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>\u00a0<\/strong><\/em><em><strong>Yussuf, 53 anos, foi eleito presidente em substitui\u00e7\u00e3o a um eg\u00edpcio, que ocupou o cargo por oito anos. Supervisor da \u00e1rea de telecomunica\u00e7\u00f5es, o soteropolitano enverga a veste isl\u00e2mica Jalabia para posar para ISTO\u00c9 e conta que d\u00e1 expediente na entidade de forma volunt\u00e1ria das 9 horas \u00e0s 18 horas, quando necess\u00e1rio. O mu\u00e7ulmano hoje trabalha para erguer a primeira mesquita da Bahia. \u201cAbriremos uma conta em um banco para receber doa\u00e7\u00f5es. Temos um terreno de mil metros quadrados em vista\u201d, diz. \u201cEu n\u00e3o poderia chegar \u00e0 presid\u00eancia se n\u00e3o houvesse uma expans\u00e3o do isl\u00e3 em curso propiciada por mu\u00e7ulmanos revertidos brasileiros.\u201d Para os adeptos do isl\u00e3, todos nascem mu\u00e7ulmanos e o retorno a Deus dos que se afastam \u00e9 chamado de revers\u00e3o e n\u00e3o convers\u00e3o, que, para eles, seria o ato de migrar de denomina\u00e7\u00e3o religiosa. Yussuf tem raz\u00e3o. Em aproximadamente dez anos, o n\u00famero de mesquitas, de acordo com a Uni, saltou de 70 para 115. Nesse mesmo intervalo, triplicou a quantidade de sheiks que falam portugu\u00eas. N\u00e3o para por a\u00ed. Os brasileiros n\u00e3o s\u00f3 ascenderam ao topo da hierarquia de institui\u00e7\u00f5es j\u00e1 estabelecidas como t\u00eam erguido novos espa\u00e7os religiosos. \u201cNo Nordeste, entidades isl\u00e2micas est\u00e3o sendo criadas por brasileiros cuja ades\u00e3o \u00e0 religi\u00e3o n\u00e3o vem de ber\u00e7o\u201d, afirma o antrop\u00f3logo Paulo Hilu, que dirige o N\u00facleo de Estudos do Oriente M\u00e9dio da Universidade Federal Fluminense (UFF). O isl\u00e3, religi\u00e3o que aportou no Brasil pelas m\u00e3os de mouriscos (mu\u00e7ulmanos convertidos ao cristianismo) de Portugal no s\u00e9culo XVI, vem deixando de ser uma inc\u00f3gnita na cabe\u00e7a do brasileiro porque o terreno para seu crescimento nunca esteve t\u00e3o f\u00e9rtil. \u201cH\u00e1 94 institui\u00e7\u00f5es isl\u00e2micas aqui, hoje. Em 2002, havia 58 e, em 1983, 33\u201d, diz o pesquisador Hilu, da UFF.<\/strong><\/em><\/p>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-pk9aI8uwrGc\/UwmLm0hS8bI\/AAAAAAAAoII\/BWpfXmJa_B4\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+2.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" style=\"border: 0px;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-pk9aI8uwrGc\/UwmLm0hS8bI\/AAAAAAAAoII\/BWpfXmJa_B4\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+2.jpg\" width=\"300\" height=\"662\" border=\"0\" \/><\/a><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Manaus, por exemplo, levantou uma mesquita h\u00e1 tr\u00eas anos apenas. Onde n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de erguer templos, a comunidade d\u00e1 um jeito de fazer a religi\u00e3o se propagar. Quatro meses atr\u00e1s, o ex-evang\u00e9lico Cesar Mateus Rosalino, hoje mu\u00e7ulmano sob o nome de Kaab Al Qadir, construiu uma mussala (sala de reuni\u00f5es) na favela Cultura F\u00edsica, em Embu das Artes, regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, onde vive. No local, que ganhou o nome de mussala Rahmah, Kaab exibe uma barba comprida digna de um mu\u00e7ulmano padr\u00e3o e conta que recebe aproximadamente 20 pessoas em algumas reuni\u00f5es. O local j\u00e1 contou, inclusive, com a presen\u00e7a de um sheik mo\u00e7ambicano. \u201cA gente lutou para ter um espa\u00e7o porque n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de os irm\u00e3os daqui atravessarem a cidade, tr\u00eas horas de viagem, para ir \u00e0 mesquita mais pr\u00f3xima\u201d, diz Kaab, que matriculou o filho em uma escola turca neste ano. Nela, o garoto de 10 anos, batizado de Bryan Luther King, encara um intensivo sobre estudos isl\u00e2micos. \u201cEle quer ser o primeiro m\u00e9dico mu\u00e7ulmano\u201d, diz o pai, com orgulho.<\/strong><\/em><\/p>\n<div><\/div>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-0ta16mbFkfE\/UwmL6exeG9I\/AAAAAAAAoIQ\/KC_fWDZvb0g\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+3.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" alt=\"\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-0ta16mbFkfE\/UwmL6exeG9I\/AAAAAAAAoIQ\/KC_fWDZvb0g\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+3.jpg\" width=\"602\" height=\"640\" border=\"0\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>PIONEIRO<\/b><br \/>\n<b>Yussuf, 53 anos, \u00e9 o primeiro brasileiro a presidir o centro isl\u00e2mico da Bahia<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>A maior frequ\u00eancia do uso do portugu\u00eas no dia a dia de mesquitas, entidades isl\u00e2micas e mussalas \u00e9, para Francirosy Ferreira, coordenadora do Grupo de Antropologia em Contextos Isl\u00e2micos e \u00c1rabes, um dos principais fatores que impulsionam o avan\u00e7o da religi\u00e3o. \u201cH\u00e1 mais l\u00edderes falando e ensinando o isl\u00e3 em portugu\u00eas. Isso ajuda no entendimento e divulga\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o\u201d, afirma a professora de antropologia do departamento de psicologia social da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). O sheik Jihad, 48 anos, que d\u00e1 expediente em S\u00e3o Bernardo do Campo (SP), onde est\u00e1 uma das maiores comunidades isl\u00e2micas do Brasil, \u00e9 um dos 15 l\u00edderes religiosos que falam fluentemente o portugu\u00eas. Numa sexta-feira \u00e0 tarde, depois de fazer as devidas rever\u00eancias na mesquita Abu Bakr Assidik cercado por aproximadamente 300 mu\u00e7ulmanos, entre homens e mulheres, crian\u00e7as e idosos, ele explicou \u00e0 ISTO\u00c9 que, antigamente, o idioma era pouco adotado porque os sheiks desembarcavam vindos de um pa\u00eds isl\u00e2mico j\u00e1 com a vontade de retornar \u00e0 sua terra natal. \u201cIsso n\u00e3o os encorajava a se dedicar ao portugu\u00eas. Atualmente, a aproxima\u00e7\u00e3o ao idioma \u00e9 maior porque grande parte dos que chegam ao Brasil pretende se estabelecer aqui\u201d, diz ele.<\/strong><\/em><\/p>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-KXR14eMNSa8\/UwmMsv-MpFI\/AAAAAAAAoIc\/Kh6fUWRsocI\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+4.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" style=\"border: 0px;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-KXR14eMNSa8\/UwmMsv-MpFI\/AAAAAAAAoIc\/Kh6fUWRsocI\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+4.jpg\" width=\"640\" height=\"400\" border=\"0\" \/><\/a><\/div>\n<p><b>EXPANS\u00c3O<\/b><\/p>\n<div><b>Mesquita lotada em S\u00e3o Paulo (acima) e Kaab, o l\u00edder comunit\u00e1rio mu\u00e7ulmano (abaixo)<\/b><\/div>\n<div><b>que inaugurou uma mussala (sala de ora\u00e7\u00e3o) em uma favela<\/b><\/div>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-ph-Squj5fSY\/UwmMsvz56dI\/AAAAAAAAoIg\/paZgFOGz_xY\/s1600\/isl%25C3%25A3+no+Brasil+5.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" style=\"border: 0px;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-ph-Squj5fSY\/UwmMsvz56dI\/AAAAAAAAoIg\/paZgFOGz_xY\/s1600\/isl%25C3%25A3+no+Brasil+5.jpg\" width=\"640\" height=\"401\" border=\"0\" \/><\/a><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-WaKUhnj_LOM\/UwmM-fYV0WI\/AAAAAAAAoIo\/MtNYbnSLmd4\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" alt=\"\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-WaKUhnj_LOM\/UwmM-fYV0WI\/AAAAAAAAoIo\/MtNYbnSLmd4\/s1600\/isl%C3%A3+no+Brasil+6.jpg\" width=\"640\" height=\"400\" border=\"0\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>O s\u00edrio Jihad, um dos 15 sheiks daqui que dominam o portugu\u00eas<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>A realidade, hoje, aponta para uma evolu\u00e7\u00e3o. H\u00e1 no Pa\u00eds sete sheiks brasileiros. Dez anos atr\u00e1s, havia tr\u00eas. Em todos os Estados da federa\u00e7\u00e3o h\u00e1 alguma mesquita, mussala, sociedade beneficente ou cemit\u00e9rio isl\u00e2mico. No Rio de Janeiro, por exemplo, encontra-se uma das comunidades pioneiras em realizar serm\u00f5es em portugu\u00eas e n\u00e3o em \u00e1rabe \u2013 o isl\u00e3 praticado no Brasil, atualmente, deriva da imigra\u00e7\u00e3o \u00e1rabe do Oriente M\u00e9dio do fim do s\u00e9culo XIX e s\u00e9culo XX. Essa movimenta\u00e7\u00e3o toda pela qual passa o isl\u00e3 teve como gatilho os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. A partir de ent\u00e3o, a mesma esteira que trouxe para c\u00e1 not\u00edcias distorcidas sobre os fundamentos isl\u00e2micos e o medo semeou nas pessoas uma grande curiosidade sobre a religi\u00e3o. Muitos foram os brasileiros que sa\u00edram da estagna\u00e7\u00e3o em busca de mais informa\u00e7\u00f5es sobre a cultura mu\u00e7ulmana. Foi o que ocorreu com a soci\u00f3loga carioca Karina Arroyo, que estreitou os la\u00e7os com o isl\u00e3 ap\u00f3s os atentados terroristas atra\u00edrem os holofotes para a religi\u00e3o.<\/strong><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Aos 14 anos, ela optou pela revers\u00e3o, passou a frequentar uma comunidade isl\u00e2mica, fez aulas de \u00e1rabe e aprendeu os ensinamentos da religi\u00e3o. Hoje, aos 28 anos, casada com um mu\u00e7ulmano e m\u00e3e duas vezes, ela usa o hijab (o v\u00e9u) pelas ruas do Rio de Janeiro porque quer ser reconhecida como mu\u00e7ulmana. \u201cN\u00e3o sou for\u00e7ada a us\u00e1-lo. A mulher percebe uma valoriza\u00e7\u00e3o feminina ao cobrir o corpo\u201d, afirma Karina. O uso sem receio dessa pe\u00e7a do vestu\u00e1rio mu\u00e7ulmano tem crescido no Pa\u00eds, um reflexo, segundo Francirosy, da USP, do maior conhecimento da doutrina isl\u00e2mica e da expans\u00e3o da religi\u00e3o. \u201cEm 2008, cerca de 60% das mulheres usavam o v\u00e9u. Hoje, entre 90% e 95% delas o fazem\u201d, diz a professora. \u201cA cada dez revertidos, sete s\u00e3o mulheres\u201d, informa o sheik Jihad. \u201cTem gente que se reverte comigo por telefone, por WhatsApp.\u201d<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Tais m\u00e9todos s\u00e3o poss\u00edveis porque, para aderir ao isl\u00e3, a pessoa precisa apenas proferir tr\u00eas vezes a um interlocutor: \u201cN\u00e3o h\u00e1 Deus sen\u00e3o Deus e o Profeta Muhammad \u00e9 seu mensageiro.\u201d Pronto, eis um novo mu\u00e7ulmano. Da\u00ed para a frente vem a pr\u00e1tica, como cinco ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias, a caridade aos mais necessitados, o jejum no m\u00eas do Ramad\u00e3, a peregrina\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade saudita de Meca pelo menos uma vez na vida, se o mu\u00e7ulmano tiver condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e financeiras. Mas a\u00ed \u00e9 uma outra hist\u00f3ria&#8230;<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Fotos: Eduardo Zappia; EDSON RUIZ, Gabriela Bil\u00f3\/Futura Press; Rafael Hupsel\/Ag. Isto\u00e9<\/strong><\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os caminhos do Isl\u00e3 no Brasil &nbsp; OPINI\u00c3O A carioca Karina, 28 anos, reverteu-se ao isl\u00e3 aos 14 e nunca mais deixou de usar o v\u00e9u: &#8220;N\u00e3o sou for\u00e7ada a us\u00e1-lo&#8221; Aumento no n\u00famero de mesquitas no Pa\u00eds, de sheiks que agora falam portugu\u00eas e de brasileiros no topo da hierarquia de centros isl\u00e2micos explica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14190"}],"collection":[{"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14190"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14190\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14190"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14190"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldosilas.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14190"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}