Quem apostou que a cantata de Natal “Vivo Está” seria um misto de arte, inspiração e talento e foi ao templo da Assembleia de Deus em Olaria, na noite deste sábado (22/12) conferir, constatou que acertou de cheio.

Ali, sob luzes e efeitos, e sem muita poluição ornamental, o público deliciou em canções que exaltaram o nome do Deus Altíssimo, nas vozes de homens e mulheres que formaram um grande coral, além da doce harmonia emitida pela Orquestra Doce Louvor, formada por crianças.
Pouco antes das 20h, o templo, já repleto, comportava a expectativa de um público já acostumado com a qualidade dos eventos da Assembleia de Deus, conhecida como Sede,  todos com o máximo de dedicação e empenho dos seus idealizadores e organizadores. A Cantata não ficaria por menos e, ao final, pessoas vislumbradas, ousaram compará-la a outras realizadas na cidade,  com algum tipo de vantagem.

Uma das pessoas que participaram do vento procurou o Blog do Silas e “exigiu” uma cópia ou o link do que fosse publicado sobre a programação.
Em uma cadeira, estratégica e confortavelmente instalada, bem próximo ao palco, estava o presidente, pastor Adão Araújo. Na penumbra colorida das luzes que se revezavam em seus brilhos, o olhar do presidente reluzia de felicidade. Seus braços erguidos, no final, deu o tom de sua aprovação e admiração do que assistiu ali. “Silas, quero um álbum de tudo isto que aconteceu aqui”, pediu o presidente ao nosso repórter.
Mães “orgulhosas” da performance dos seus filhos que arrasaram na Orquestra Doce Louvor se misturaram às que comemoravam a participação dos seus meninos em itens do teatro. Era felicidade pura. A reação do público, a cada apresentação, era como se dissesse: quanto talento!
“Vivo Está” foi o nome escolhido para a Cantata e o teor do evento fez jus à vida do Filho de Deus. A arte não substituiu a unção dos louvores do coral nem a magia de um teatro milimetricamente perfeito, conduzido por jovens da Assembleia de Deus em Olaria e convidados.
O pastor Eustáquio Lopes, responsável pela direção da congregação que sediou a Cantata não escondeu seu contentamento. No final, em regozijo, deixou evidente sua felicidade em conduzir um povo talentoso, dedicado e que não fugiu ao convite para o desafio de oferecer ao público da cidade um espetáculo cheio de graça e bondade de um Deus que permitiu, com Todo o Seu Poder, dizermos: “Vivo Está”.
Será que ano que vem tem mais? Que estejamos todos vivos para conferirmos.

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