Sem título

“Já se diz, milenarmente, que educar é uma arte. E o é porque educar é um sacrifício onde a oferta não pode morrer; antes, precisa enfrentar os desafios, ir ao limiar da morte e ressurgir com vidas. O educador imerge na realidade do educando e o traz à tona.

Educa-se bem ou mal. Educa-se para o bem ou para o mal. Caro professor, está em suas mãos. ”O tiro não pode sair pela culatra”.

Quando crianças visitávamos um pomar monitorado por cães ferozes. Ao nos avistar, éramos atacados, carecendo de intervenção do caseiro para garantir nossa integridade física para permanecer no local ou à saída. A perspicácia de crianças ”velhacas” possibilitou-nos descobrir que, se puséssemos um chapéu na cabeça, a exemplo dos trabalhadores locais, não seríamos mal recebidos e nos garantiria a liberdade, inclusive, de subir nas árvores, pegar laranjas, goiabas e mais. Os cães foram educados para respeitar o chapéu.

Parabéns para você. Para você que sabe ensinar que o chapéu faz diferença. Para você que sabe ensinar que entre trabalhadores e convidados há mais detalhes que um chapéu. Para você, da escola pública; para você, da escola particular. Para você, que rege as cabeças pensantes nas faculdades.

Parabéns para você, meu querido irmão, professor voluntário da Escola Bíblica Dominical, às vezes sem recursos mínimos, que arduamente cumpre o “ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. (Mateus 28:19,20 ARCF)

Ronaldo Rodrigues Alvarenga

Presbítero, Conselho de Cultura, Doutrina e Educação Religiosa/EBD, ministério Adão Alves Araújo, educador.”