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Gesto repetido pelo Pr. Adriano nos quatro dias da cruzada.

A cruzada promovida pela Assembleia de Deus Metropolitana, presidida pelo Pr. Adriano Silva, em Timóteo, de fato, foi um marco na trajetória da denominação, recém-criada na cidade.

Durante quatro dias – quinta, sexta, sábado e domingo – centenas de fiéis, das mais diversas correntes ministeriais de Timóteo e de algumas cidades do Vale do Aço, como, por exemplo Coronel Fabriciano, estiveram em um trecho interditado da rua 104, no bairro Cruzeirinho, onde está localizado o templo da Metropolitana, e prestigiaram o evento que serviu, também, para marcar a passagem dos primeiros 12 meses de existência da denominação.

Em um caminhão, que serviu de palanque, inúmeros pastores, experientes e de outros ministérios, deram respaldo à iniciativa do Pr. Adriano. Dentre eles esteve o Pr. Geraldo Donato, de Ipaba, um homem tido no meio tradicional da Assembleia de Deus do Vale do Aço, como polêmico. Donato esbanjou apoio ao colega Adriano no sábado, à noite, e só não retornou no domingo de manhã, no culto de avivamento, devido à uma incompatibilidade de agenda. O líder de Ipaba, que projeta na cidade anualmente um congresso que lembra em certa medida o de Camboriú, em Santa Catarina, manifestou seu desejo de que sua presença, naquela noite, se repetisse no outro dia.

Falando com nossa reportagem, Donato não negou que o Pr. Adriano tenha agido com um pouco de sua ousadia, ao deixar um ministério onde servia como pastor de uma congregação, para fundar outro.

A cruzada da Metropolitana se limitaria apenas a um exercício de medição de prestígio ou mera festa de aniversário, se ali não tivesse o saldo de duas conversões e seis batismos com Espírito Santo, ocorridos no domingo, na manhã de avivamento, no horário da 8h.

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Círculo de oração da Assembleia de Deus Metropolitana, do bairro Caladinho de Baixo, em Coronel Fabriciano.
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Círculo de oração da Assembleia de Deus Metropolitana, do Cruzeirinho

As organizações da igreja, desde o círculo de oração até os adolescentes, se dispuseram a somar forças com a liderança da igreja neste evento que poderia ter sido uma operação arriscada para um ministério ainda engatinhando, embora com a força de um adulto. Os planos traçados para o acontecimento não foram frustrados e a história da igreja se enriqueceu com o fato, assistido por muitos interessados em conhecer a atual etapa que o ministério vive ou, quem sabe, curiosos que ali foram como olheiros. Estes, certamente, não tiveram boas notícias para quem torcia ou torce pelo  fim da Metropolitana, pois, ao invés de poderem dizer que durante os quatro dias a frustração tomou conta dos organizadores da cruzada, tiveram – se amarem a verdade – de dizer que a alegria e o gozo de uma caminhada iniciada há um ano aponta na direção de uma longa jornada que sinaliza como uma batalha de sucesso e desbravações a favor do evangelho, numa terra onde há espaço para os determinados a investir na expansão do Reino de Deus.

Em sua pregação, no domingo, Pr. Adriano, que estava visivelmente reflexivo, incentivou seus liderados a continuarem marchando e agradeceu-lhes pelo empenho para que a cruzada tivesse o sucesso que teve.

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O Pb. Terezinho e o Pb. Waldemar foram os responsáveis pelos louvores de abertura da cruzada, juntamente com o também presbítero Gilton
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Daniela
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Missionário Cremildo e a esposa Cristiane
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Os adolescentes
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Glisiane
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Elaine
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Conjunto de jovens da Assembleia de Deus Metropolitana, Cruzeirinho

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“Exército de Cristo”, da Assembleia de Deus Metropolitana, Cruzeirinho
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Círculos de oração da sede e da filial da Metropolitana