'Aranha no deserto' prendeu quatro pessoas durante ação (Foto: Gaeco/Divulgação)
‘Aranha no Deserto’ prendeu quatro pessoas durante ação (Foto: Gaeco/Divulgação)

Quatro pessoas foram presas durante a operação Aranha no Deserto.
Duas pessoas seguem foragidas até a tarde desta segunda-feira.

O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) desencadeou na manhã desta segunda-feira (3) a operação Aranha no Deserto, em Timóteo. O trabalho visa coibir fraudes na obtenção do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais, o DPVAT. Três advogados e um médico, suspeitos de envolvimento no caso, foram presos; outras duas pessoas seguem foragidas até a tarde desta segunda-feira, segundo o Gaeco.

Sete casas foram vistoriadas na cidade, duas armas de fogo apreendidas, além de vários documentos que serão analisados pelo Gaeco.

Materiais apreendidos pela operação (Foto: Gaeco/Divulgação)Materiais apreendidos pela operação
(Foto: Gaeco/Divulgação)

De acordo com o Gaeco, o grupo fraudava laudos periciais com o objetivo de aumentar a quantia das indenizações de pessoas que sofreram acidentes de trânsito. O grupo, que fazia uma espécie de agenciamento, recebia um percentual de 30 a 50% do valor recebido pelos beneficiários.

Investigação
Não é a primeira vez que o Gaeco realiza esse tipo de operação na cidade. Em outubro do ano passado, o Ministério Público denunciou cinco pessoas supeitas de praticar esse tipo de fraude na cidade . Na época, o Gaeco apontava ligação do caso do Vale do Aço a um grupo investigado no Norte de Minas.

O Gaeco não confirmou se as prisões desta segunda-feira tem relação com o caso investigado no ano passado.

Do G1 Vales de Minas Gerais