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O nível do Rio Doce atingiu a cota de inundação em Governador Valadares na manhã deste domingo (25) e começou a avançar sobre ruas de bairros ribeirinhos. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a previsão era de estabilidade ao longo do dia.
No boletim divulgado às 7h, o SGB informou que o rio estava com 3,62 metros. Às 10h, o nível já havia subido para 3,65 metros.
A elevação tem ocorrido de forma gradual desde sexta-feira (23). Naquela tarde, o Rio Doce registrou 2,48 metros. No sábado (24), o volume aumentou quase um metro e chegou a 3,43 metros, entrando na cota de alerta.
O Serviço Geológico do Brasil trabalha com três cotas de referência para monitorar o Rio Doce. Confira os limites:
Cotas de monitoramento do Rio Doce (SGB)
Cota Nível Atenção 3,00 metros Alerta 3,20 metros Inundação 3,60 metros Fonte: Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
Previsão de chuva nas cabeceiras
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na manhã deste domingo (25), um alerta de chuvas intensas para as regiões de Ponte Nova e Nova Era, onde ficam importantes cabeceiras do Rio Doce.
O Rio Piranga, que passa por Ponte Nova e deságua no Rio Doce, apresentou aumento nas últimas horas, segundo boletim das 7h do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Já o Rio Piracicaba, em Nova Era, registrou queda no nível em relação às medições anteriores.
Em Ponte Nova, o nível subiu de 2,14 metros na sexta-feira (23) para 2,68 metros neste domingo. A cota de atenção é de 2,80 metros. Em Nova Era, o nível diminuiu de 3,45 metros na sexta-feira (23) para 2,63 metros neste domingo. A cota de atenção é de 3,50 metros.
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Defesa Civil mantém monitoramento
A prefeitura de Governador Valadares informou que equipes da Defesa Civil, acompanhadas pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos, estão nas ruas realizando vistorias técnicas e avaliações preventivas para garantir a segurança da população e organizar possíveis ações de resposta.
O monitoramento do rio é feito de hora em hora, conforme o Plano de Contingência. A Defesa Civil reforça que os moradores devem evitar áreas ribeirinhas, principalmente em caso de subida rápida do nível.
Por Caroline Del Piero, João Marcos Lima, g1 Vales de MG