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Casal expulso de voo afirma que motivo foi choro de bebê: ‘Comissária nos denunciou’

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Reprodução / Redes Sociais
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Um casal norte-americano alega ter sido expulso de um avião da Allegiant Air na última semana depois que a bebê deles começou a chorar. O caso ocorreu durante um voo na Flórida com destino à Indiana e foi compartilhado por Sydney Tash em seu perfil no TikTok.

A mulher relatou que os problemas iniciaram durante o check-in. A companhia aérea não estava aceitando a certidão de nascimento que o casal apresentava, o que causou constrangimento. Após o ocorrido, eles embarcaram normalmente e, dentro do avião, tiraram a camisa da bebê, pois estava calor.

“Minha bebê tinha acabado de comer e, qualquer pessoa que tenha uma criança, sabe que pode ter uma bagunça nesses casos. A comissária de bordo avisou para um homem no assento do corredor que havia um lugar vago na frente, longe das crianças. Duas fileiras inteiras do avião estavam cheias de crianças e seus pais”, relatou.

A bebê começou a chorar e ficou com o rosto vermelho. De acordo com Sydney, uma mulher com um colete entrou no avião e pediu o cartão de embarque do casal. Ela perguntou quantos anos a bebê tinha, seu nome e idade. Em seguida, ela se retirou e passou a se comunicar com alguém por walkie talkie.

“Então nos disseram que uma comissária de bordo nos denunciou por um bebê estar febril. Disse que os médicos não iriam liberá-la para voar e que teríamos que sair. Nenhum profissional foi verificar a temperatura da bebê, só disseram que ela estava bem vermelha. Vários outros bebês estavam no voo e também chorando. Disseram para a gente deixar o voo ou a polícia nos tiraria dele”, continuou.

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Sydney acrescentou que não houve discussão ou xingamentos e que, após deixar o avião, questionou os trabalhadores da companhia aérea sobre o motivo da expulsão. Ela pediu para falar com um supervisor, mas isso foi negado.

“Pegamos o próximo voo que eles tinham no dia seguinte. Sem acomodações, sem carro para locomoção, nenhum lugar para ficar. Sorte que temos família na cidade e ligamos para eles nos buscarem. Deixamos o avião sem bagagem, porque não nos deixaram pegar. Faltamos ao trabalho no dia seguinte e não conseguimos buscar nossos outros dois filhos que estavam de férias com o pai”, disse.

A mulher afirmou, ainda, que a Allegiant Air não deu o suporte necessário para que eles entendessem a situação. Em nota à imprensa, a companhia informou que as equipes são “responsáveis por tomar decisões em tempo real que priorizam a segurança e o bem-estar de todos os passageiros a bordo”.

“Se um membro da tripulação tiver alguma preocupação com a capacidade de um passageiro viajar, especialmente quando se trata de um bebê ou de um possível problema médico, ele poderá interromper o embarque para consultar nosso provedor de serviços de informações médicas, o MedLink. Neste caso, nossa tripulação consultou a MedLink após observar sintomas que suscitaram preocupação, o que é procedimento padrão e está de acordo com a prática da indústria em muitas companhias aéreas quando surge um problema de saúde com um passageiro”, comunicou.

Por Terra

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