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Brasileiro acusado de agredir e morder policial é preso sem fiança

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Na segunda-feira (4), Argeu Silveira foi autuado na Corte Distrital de Milford e comparecerá na sexta-feira (8) para audiência preliminar (Foto: facebook)

Argeu Silveira, morador em Hudson (MA), é acusado de ter agredido o policial Russell Poissant na virada do ano

O Departamento de Polícia de Milford, Massachusetts, informou que Argeu Silveira, de 25 anos, é acusado de morder, tentar sufocar e posicionar suas pernas em volta de um policial que o tentava ajudar, fazendo com que o agente perdesse os sentidos. O brasileiro, morador em Hudson (MA), foi detido sem direito à fiança em decorrência das acusações de tentativa de homicídio e agressão a um policial durante o incidente, que as autoridades informaram ocorreu aproximadamente às 3 horas da madrugada, no Dia de Ano Novo. As informações são do jornal The Boston Globe.

Silveira havia telefonado para a polícia e denunciado que uma pessoa o perseguia e o ameaçava com uma pistola, segundo as autoridades locais. Quando o agente Russell Poissant localizou Argeu na Paula Road, através de um sensor de luz que acionou com o movimento, o policial perguntou-lhe como poderia ajudar. Ao invés disso, o encontro transformou-se numa situação perigosa.

Supostamente, Silveira pulou em direção a um veículo que passava, desferindo um soco na garganta de Poissant quando ele tentou pará-lo. As autoridades detalharam que o brasileiro apertou com os dedos polegares contra os olhos do policial e aplicou-lhe uma chave de braço. Enquanto Russell pedia ajuda através do rádio, Argeu mordeu a sua mão.

Os policiais que chegaram ao local do incidente para ajudar Poissant o encontraram em cima de Silveira no meio da rua. O agente não conseguiu acessar seu equipamento de segurança, pois o brasileiro havia posicionado suas pernas em volta do torso do policial, detalharam as autoridades.

Poissant perdeu os sentidos e sentia dificuldade para respirar, segundo a polícia.

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O agente foi levado ao Milford Regional Medical Center, onde foi tratado por contusões nas vias respiratórias, ferimento em um dos olhos, cortes, lacerações e ferimentos decorrentes de mordidas. Após receber os primeiros socorros, o policial foi liberado, mas ainda se recupera dos ferimentos causados em seu pescoço, informaram as autoridades.

Russell será examinado por oftalmologista que verificará seu olho, que permanece vermelho e inflamado.

O tenente da Polícia de Milford, James Falvey, disse que o incidente prova que os policiais podem enfrentar situações perigosas algumas vezes. O departamento infiormou estar grato que as lesões sofridas por Poissant não foram mais graves.

“Ele sobreviveu a um incidente que poderia ter terminado muito pior, não somente para ele, mas para o suspeito”, disse Falvey. “Graças a Deus que os nossos agentes responderam rapidamente em sua ajuda e disponibilizaram ajuda médica rápida”.

Brasileiro, Silveira não é cidadão norte-americano, informou a polícia. Ele foi autuado na segunda-feira (4) na Corte Distrital de Milford e comparecerá na sexta-feira (8) para a audiência preliminar, quando será avaliada a sua periculosidade.

Recentemente, Argeu não foi o único brasileiro a se envolver com as autoridades americanas. Uma briga ocorrida durante um evento organizado pelo Centro de Tradições Gaúchas – CTG na cidade de Lowell (MA) envolvendo Júnior Lemos, conhecido popularmente por Juninho de Lowell, fez com que ele pegasse 6 meses de prisão em regime fechado. Além disso, o brasileiro terá que cumprir 2 anos de serviços comunitários, 2 anos de liberdade condicional e 2 anos no curso de instrução para consumidores de bebidas alcóolicas. As informações são do jornal Hello Brasil News, de Massachusetts. Ainda segundo o jornal, o incidente ocorreu em 29 de novembro de 2014, quando Lemos teria dado uma garrafada no rosto de uma mulher, que teve que ser submetida à cirurgia plástica em decorrência dos ferimentos. O Hello Brasil News  acrescentou, na edição nº 235, de 29 de dezembro de 2015, que Júnior corre o risco de não cumprir a pena  completa, caso entre em processo de deportação. No Brasil, Argeu residia em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

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